Em comemoração a seu décimo quarto aniversário, celebrado no último dia 04 de junho, o Grupo de Teatro Finos Trapos levanta pouso e leva na bagagem seu oitavo espetáculo de repertório para ser realizado nas cidades de Guanambi, Vitória da Conquista e Senhor do Bonfim-BA.

Essa é a primeira temporada de circulação do espetáculo MÓS AI QUÊ, trabalho mais recente do Finos estreado em dezembro de 2016 em Salvador. A primeira cidade a receber a temporada é Guanambi, a ser realizada no dia 18 de Junho no Centro de Cultura da Cidade.

Depois de um longo tempo sem retornar à cidade com seus projetos, em Julho será a vez de Vitória da Conquista, berço da maioria dos artistas do Grupo, que receberá a temporada no dia 02 de Julho de 2017 no Teatro Carlos Jehovah.

Finalmente, no dia 06 de Agosto às 19h será realizado no Teatro Reginaldo Carvalho a sessão em Senhor do Bonfim.

Em todas as cidades, a temporada do espetáculo acompanha a realização das atividades referentes à execução do Projeto Alvenarias Cênicas, que tem levado formação e reflexão sobre as artes cênicas no Estado da Bahia em cinco territórios de identidades distintos.

(para saber mais sobre o projeto Alvenarias Cênicas Clique Aqui)

O espetáculo é  inspirado no mosaico das memórias afetivas, histórias de vida e nas obras de repertório do Finos Trapos, sendo em si mesmo uma grande homenagem ao legado poético construído nessa trajetória de grandes desafios, trocas de saberes, vivências pessoais e coletivas.

A temporada de MÓS AI QUÊ será o nosso modo singelo de comemorar esses 14 anos, trabalhando e levando à frente o legado dessa gente boa que ajudou e ajuda a construir a nossa História. São essas e outras iniciativas que nos fazem continuar acreditando na Arte do Encontro - o teatro - como uma celebração do que há de melhor na humanidade: A sua perfeita imperfeição.

 Saiba mais sobre os 14 anos de trajetória do Finos clicando aqui

 

Sobre MÓS AI QUÊ

 

Trata-se de um espetáculo cênico-musical que aborda o imaginário sertanejo, os processos de criação artística e a trajetória do Grupo de Teatro Finos Trapos. A partir de recursos como a metalinguagem e o elemento biográfico como ponto de partida para a criação dramatúrgica, o espetáculo celebra a criação compartilhada e o Teatro de Grupo enquanto território de encontros e despedidas, achados e desventuras, tradição e contemporaneidade, territórios e fronteiras.

Entre as variadas comédias e dramas que passam, três artistas de um Grupo de teatro reviram seus imaginários criativos a fim de encontrar uma arrebatadora estória para seu novo trabalho e enfrentar a crise em que vivem.   Durante a jornada, visitam o mosaico de seus antigos personagens inspirados no imaginário sertanejo e procuram um novo sentido para continuarem trabalhando juntos. A linguagem da peça, inspirada na estética regionalista, proporciona ao espectador a sensação de adentrar no imaginário e no universo árduo e delicado da criação artística.

Os elementos visuais, que remetem à cultura nordestina – principal reduto das criações do Finos   Trapos,   compõem    uma   diversidade   de   signos   que representam o desnudamento do inconsciente coletivo sobre o artista sertanejo a partir da poética de encenação explorada pelo Grupo.

MÓS Aí QUÊ é um convite ao público para conhecer o universo dos processos de criação artística e entender a crise como oportunidade de sair da zona de conforto para alçarmos novos voos, explorando territórios desconhecidos.  

 

 Foto: Studio SG

Sinopse

 

A trama se passa no interior de uma companhia de teatro, que em crise, revisita seus antigos trabalhos em busca de uma nova e inspiradora estória para ser encenada e trazer outro fôlego para os artistas que trabalham juntos a longa data. Determinados, João das Dores – o dramático, Zé Galhofa – o cômico e Armando Trama – o Poeta buscam em seus imaginários criativos motivações para superar as dificuldades e, a partir do mosaico de seus espetáculos de repertório, encontrar a obra-prima que os tirará da condição precária em que vivem.

Foto: Studio SG

Serviço

 

Espetáculo: MÓS AI QUÊ

 

Temporada  em Guanambi-BA 

Quando? 18 de Junho de 2017 (Domingo)

Onde? Centro de Cultura de Guanambi (Rua Manoel Bandeira s/n, Centro)

Que horas? 19h

Quanto? R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

 

Temporada  em Vitória da Conquista-BA

Quando? 02 de Julho de 2017 (Domingo)

Onde? Teatro Carlos Jehovah (Praça da Bandeira, s/n, Centro)

Que horas? 19h

Quanto? R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

 

Temporada  em Senhor do Bonfim-BA

Quando? 06 de Agosto de 2017 (Domingo)

Onde? Teatro Reginaldo Carvalho (Praça Luiz Viana Filho, s/n)

Que horas? 19h

Quanto? R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

  

Classificação? 14 anos

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Site: www.grupofinostrapos.com.br

 

FICHA TÉCNICA ESPETÁCULO

Gênero: Cênico Musical

Elenco: Francisco André, Frank Magalhães e Thiago Carvalho

Encenação: Frank Magalhães

Dramaturgia: Francisco André

Figurino: Leonardo Teles

Cenografia e Adereços: Yoshi Aguiar

Músico: Gabriel Carneiro

Fotografia: Diney Araújo

Designer gráfico: Wilson Gonzaga

Operador multimídia: Ricardo Andrade

Coordenador de Produção: Thiago Carvalho

Mediação Cultural: Poliana Bicalho

 

 

A atriz, maquiadora e atuadora Danielle Rosa estará no próximo mês de Março em Salvador ministrando duas oficinas destinadas à capacitação e aperfeiçoamento de intérpretes. As oficinas são resultado de sua trajetória na Cia de Teatro Oficina de Zé Celso Martinez Correia desde 2002, onde vem desenvolvendo importantes trabalhos nos espetáculos de repertório da Companhia, o que tem ocasionado grande visibilidade de sua atuação como intérprete, rendendo-lhe elogios da crítica especializada e indicação a prêmios.

 

 

 

Para quem não sabe, Danielle também foi uma das membros-fundadoras do Grupo de Teatro Finos Trapos, onde atuou em todos os trabalhos desenvolvidos pelo grupo de 2004 a 2009, quando precisou se afastar para se dedicar a sua carreira de atriz no sudeste do país. Ainda hoje temos imenso carinho e afeto por essa grande profissional e eterna integrante da família Finos Trapos, também grande parceira como fino colaboradora em alguns projetos, sempre que possível.

Em São Paulo Danielle vem atuando no Teatro Oficina e em outros espetáculos como artista independente. Foi indicada em 2016 como atriz coadjuvante pelo Site Uol, além de receber críticas elogiosas em distintas matérias em jornais, revistas e blogs especializados.

Danielle Rosa

 

 

Danielle estará em Salvador, ministrando as oficinas "A poesia na experiência de um estudo ritual (voz)" e "Maquiagem para o exercício da expressão da subjetividade".

 

Um Grupo de Teatro é feito de histórias de vida, amores, doçuras e dissabores que juntas dão forma a boas estórias. A aventura de se caminhar junto durante tanto tempo fazendo o que se faz, sendo quem se é e acreditando no que se acredita é o combustível que impulsiona, implanta o caos, a serenidade, os conflitos e as celebrações. Foi pensando em tudo isso, a partir das reflexões sobre o momento atual do nosso país e nas reverberações dos processos internos do Grupo, que decidimos encenar esse novo espetáculo de repertório. 

A ideia surgiu durante a montagem e apresentações do sarau Folia e Poesia (2015), quando revisitamos a dramaturgia e o universo poético das montagens encenadas nesses treze anos de trajetória do Finos.

Misturando ficção e realidade, MÓS AI QUÊ é uma exposição corajosa da intimidade do Finos, síntese de muitos processos que outros coletivos vivenciam Brasil e mundo afora, colocando em destaque as relações interpessoais e os desafios de conviver em coletividade, moldando as idiossincrasias e subjetividades num grande mosaico que compõe nossas escolhas de vida e ideais.

MÓS AI QUÊ expõe a crise.

A crise que vivemos como coletivo há treze anos convivendo e fazendo teatro no nordeste brasileiro; as crises próprias dos processos criativos nas artes cênicas; a crise de lidar com os contextos socioeconômicos desfavoráveis; a crise das pessoas que nos deixaram para vivenciar suas próprias trajetórias particulares; a crise de quem nos deixou para transcender ao mundo físico; a crise de valores alavancada pela ascensão conservadora atual; a crise sociopolítica e os tempos sombrios que vivenciamos nos últimos anos... Mas, acima de tudo, a crise como espaço de surgimento da novidade, da possibilidade de reflexão sobre quem somos, quem fomos e o que queremos. A crise não como um fim, mas um recomeço. 

 

"Zé Galhofa -  E então, vamos encenar essa jornada?" (MÓS AI QUÊ)

O que é?

 

Trata-se de um espetáculo cênico-musical que aborda o imaginário sertanejo, os processos de criação artística e a trajetória do Grupo de Teatro Finos Trapos. A partir de recursos como a metalinguagem e o elemento biográfico como ponto de partida para a criação dramatúrgica, o espetáculo celebra a criação compartilhada e o Teatro de Grupo enquanto território de encontros e despedidas, achados e desventuras, tradição e contemporaneidade, territórios e fronteiras.

 

MÓS AI QUÊ é o oitavo espetáculo de repertório do Grupo de Teatro Finos Trapos, que em 2016 completou 13 anos de história, com importantes contribuições para o teatro baiano, especialmente no campo da pesquisa, formação e criação artística.

 

Argumento 

 

Entre as variadas comédias e dramas que passam, três artistas de um Grupo de teatro reviram seus imaginários criativos a fim de encontrar uma arrebatadora estória para seu novo trabalho e enfrentar a crise em que vivem.   Durante a jornada, visitam o mosaico de seus antigos personagens inspirados no imaginário sertanejo e procuram um novo sentido para continuarem trabalhando juntos. A linguagem da peça, inspirada na estética regionalista, proporciona ao espectador a sensação de adentrar no imaginário e no universo árduo e delicado da criação artística.

 Os elementos visuais, que remetem à cultura nordestina – principal reduto das criações do Finos   Trapos,   compõem    uma   diversidade   de   signos   que representam o desnudamento do inconsciente coletivo sobre o artista sertanejo a partir da poética de encenação explorada pelo Grupo.

 MÓS Aí QUÊ é um convite ao público para conhecer o universo dos processos de criação artística e entender a crise como oportunidade de sair da zona de conforto para alçarmos novos vôos, explorando territórios desconhecidos.  

 

Sinopse

 

A trama se passa no interior de uma companhia de teatro, que em crise, revisita seus antigos trabalhos em busca de uma nova e inspiradora estória para ser encenada e trazer outro fôlego para os artistas que trabalham juntos a longa data. Determinados, João das Dores – o dramático, Zé Galhofa – o cômico e Armando Trama – o Poeta buscam em seus imaginários criativos motivações para superar as dificuldades e, a partir do mosaico de seus espetáculos de repertório, encontrar a obra-prima que os tirará da condição precária em que vivem.

  

Serviço

Espetáculo: MÓS AI QUÊ

Quando? 07 a 18 de Dezembro de 2016 (Quarta a domingo)

Onde? Teatro Gamboa Nova (Largo dos Aflitos, Centro)

Que horas? 19h30 (quarta a sábados) e  17h (domingos)

Quanto? R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Classificação? 14 anos

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Site: www.grupofinostrapos.com.br

 

 

FICHA TÉCNICA ESPETÁCULO

 

Gênero: Cênico Musical

Elenco: Francisco André, Frank Magalhães e Thiago Carvalho

Encenação: Frank Magalhães

Dramaturgia: Francisco André

Figurino: Leonardo Teles

Cenografia e Adereços: Yoshi Aguiar

Músico: Tomaz Mota

Fotografia: Diney Araújo

Designer gráfico: Wilson Gonzaga

Operador multimídia: Ricardo Andrade

Coordenador de Produção: Thiago Carvalho

Mediação Cultural: Poliana Bicalho

 

 

Eposição Varal das Memórias

 

Foto: Leonardo Pastor

 

Durante a temporada de estreia do espetáculo MÓS AI QUÊ, você poderá conferir também uma exposição que retrata momentos de bastidores, espetáculos ações de formação e projetos executados e idealizados por nós, integrantes do Grupo de Teatro Finos Trapos, que chegamos aos treze anos de formação em 2016 .  Comemora a vida, os sabores e dissabores de permanecer realizando um trabalho continuado, as vivências desses anos, os encontros, as experiências, os aprendizados e a maturidade que bate à nossa porta. 

Em especial, este Varal  presta uma homenagem a Roberto de Abreu (In Memoriam), artista e professor de teatro, um dos fundadores deste Grupo, onde permaneceu por quase 10 anos. Evoé para Beto!

 

 

FICHA TÉCNICA EXPOSIÇÃO

 

Exposição'VARAL DAS MEMÓRIAS'

Realização: Grupo de Teatro Finos Trapos

Curadoria: Thiago Carvalho e Poliana Nunes

Consultor Fotográfico: Leonardo Pastor

Quando? 01 dezembro de 2016 a 30 de Janeiro de 2017

Quanto? Entrada franca!

Classificação? Livre!

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Contatos:

Frank Magalhães (71) 99177 8856/98752 9167

Thiago Carvalho (71)99159 0282

E-mail(s): Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Site: www.grupofinostrapos.com.br

Equipe da FPC, Grupo Finos Trapos e Finos Colaboradores em embarque rumo à Santo Amaro-BA, primeira cidade da Rota da Independencia.

Foto: Arquivo Finos Trapos

O Grupo de Teatro Finos Trapos mais uma vez levanta pouso para circular pelo interior baiano, desta vez integrando a programação da Rota da Independência, projeto idealizado pela Fundação Pedro Calmon (FPC) em parceria com a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (Ipac) - unidades vinculadas à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

O Convite

 

A participação do Finos nesse projeto que vem se firmando dentro do tradicional calendário de comemoração da Independência da Bahia e dos festejos relacionados ao 2 de Julho, é um desdobramento da relação do grupo com os espaços culturais da Secretaria de Cultura, em especial o Espaço Xisto Bahia -  onde realizamos uma sólida residência artística entre 2008 e 2010, em razão da execução do projeto Finos Trapos - Abrigo e Morada, selecionado no primeiro edital de ocupação de espaços culturais realizado pela Secretaria de Cultura -  e a Biblioteca Pública dos Barris, administrada pela Fundação Pedro Calmon,  onde  realizamos um profícuo diálogo em 2011, durante a execução da temporada de estreia de Berlindo - sexto espetáculo de repertório do Grupo - e atualmente, em razão das atividades de ocupação desses dois espaços culturais, previstas no projeto Afinações, selecionado no Edital 02/2015 - Agitação Cultural.

Durante esses períodos, acompanhamos de perto as ações de intervenção cultural realizadas por esses espaços.  Assim,  em diálogo com Rafael Fontes, diretor do Centro de Memória da FPC, localizado na Biblioteca, fomos informados  por este do desejo dos historiadores e demais profissionais ali envolvidos de implementar a arte-educação enquanto ferramenta de mediação entre o conhecimento histórico e os participantes das atividades propostas no projeto Rota da Independência.  

A identificação do Finos Trapos com o projeto foi imediata, especialmente pelas atividades artístico-pedagógicas que se firmam como frente de trabalho  no seio desse coletivo já há algum tempo, a exemplo do Oficinão Finos Trapos, O Falatório Cênico, as leituras encenadas, o Alvenarias Cênicas, dentre outros projetos. Ademais, o fato de a maioria absoluta dos membros do grupo terem sua formação em Licenciatura em Teatro, alguns inclusive, com pesquisas no âmbito da pós-graduação nessa área de concentração, são características que naturalmente nos fazem inclinar para propostas que unem teatro e educação.

É então que em conversa entre Rafael Fontes e Thiago Carvalho (produtor e membro do Finos Trapos) surge oficialmente o convite para o grupo integrar o projeto Rota da Independência, concebendo para o mesmo uma obra cênica, em caráter de aula-espetáculo, a ser apresentada nas cidades que integram o trajeto histórico dos episódios que marcam a Independência da Bahia.

 

O Projeto

Divulgação da Rota da Independência

Fonte: ASCOM Fundação Pedro Calmon

Realizado pela Fundação Pedro Calmon/SecultBA, o Projeto Rota da Independência visa reforçar na memória dos municípios que participaram das lutas pela Independência do Brasil na Bahia, seus respectivos papéis no processo, fortalecendo o senso cívico e cultural dos mesmos. Com o tema 2 de Julho é todo ano, 2 de Julho é todo dia, a Rota 2016 conta com a parceria da Fundação Cultural da Bahia (Funceb) e do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (Ipac) e revisita algumas dessas cidade, levando uma programação com música, arte e oficinas de leitura, de 13 a 30 de junho.

Os municípios a serem visitados serão: Santo Amaro, São Francisco do Conde, Cachoeira, São Felix, Maragogipe , Itaparica  e Caetité.

2016 é o nono ano da Rota, que durante esse período desenvolveu importantes ações a fim de manter viva na memória local a relevância dessas cidades para o processo cívico e cultural da Bahia.

Diversas atividades estão programadas para acontecerem  na edição de 2016. A primeira cidade a receber o projeto é Santo Amaro, onde a programação está marcada para acontecer dia 13/06 na Praça da Purificação, das 9h às 18h. 
 
Além da participação do Grupo Finos Trapos, acontecerão  palestra de historiadores, apresentação de alunos da Escola de Dança da Funceb, dentre outras ações. Você poderá acompanhar a realização do projeto e ter acesso à programação completa de atividades  realizadas em cada cidade através do site  www.fpc.ba.gov.br.  ou acompanhando a #rotadaindependencia no Facebook.
 
 

A Aula Espetáculo "Histórias Estoriósas da Independência da Bahia"

 

  

 

A partir do convite e das provocações suscitadas no diálogo com os historiadores e equipe do Núcleo de Memória da FPC, iniciamos um processo de pesquisa histórica e de laboratórios cênicos para erguer a dramaturgia e encenação da aula espetáculo a ser realizada. A pesquisa foi realizada  no que vem sendo o pouso do Grupo Finos Trapos desde dezembro de 2015: O Centro de Economia Solidária (CESOL)  localizado na Barra, Salvador-BA. É um espaço multicultural que agrega diversos empreendimentos culturais e que vem desempenhando importante papel de fomentador da economia da cultura na Bahia.  O CESOL vem sendo um parceiro fundamental do Finos e de outros grupos culturais em suas empreitadas artísticas.

No processo, além dos membros do Grupo Finos Trapos, contamos com a fina colaboração de Geórgenes Isaac (Coletivo das Liliths),  Mariana (Cesol), Ricardo Andrade (Coletivo das Liliths), Tom Conceição (Cia de Teatro Popular Cirandarte)  e Yoshi Aguiar integrando o núcleo artístico e de produção.

A pesquisa resultou no Espetáculo cênico-musical  Histórias Estoriósas da Independencia da Bahia, que celebra a importância da coragem, engenhosidade e engajamento do povo baiano para concretização da libertação da Bahia colonial do julgo da corte portuguesa no século XIX.

Tendo como pano de fundo os mitos e os fatos históricos que circundam a tradicional celebração ao Dois de Julho, marco da independência baiana e considerado por muitos a consolidação da independência do Brasil, o trabalho narra, com bom humor e criatividade, estórias curiosas de domínio público sobre alguns dos principais personagens que – seja nos registros históricos, seja no imaginário popular – protagonizaram batalhas ocorridas na capital e no recôncavo baiano durante a guerra pela independência do estado.

Utilizando-se dos recursos expressivos do teatro popular, da metalinguagem, do melodrama, e do uso de cantigas populares, a estrutura dramática da peça permite ao espectador se informar e se deliciar com algumas narrativas – um tanto históricas, um tanto folclóricas – de alguns dos episódios que circundam a batalha e os festejos em celebração ao dois de julho.  

 

Sinopse

 

Uma trupe de brincantes chega a um pequeno vilarejo para narrar o histriônico e heroico drama do povo da província da Bahia contra o dragão da maldade e tirania de além mar. No drama, os retumbantes heróis Corneteiro Lopez, Maria Filipa, Maria Quitéria, Joana Angélica, Caboclo Sultão das Matas, Vaqueiros de Pedrão e as Caretas de Saubara se unem a uma legião de heróis anônimos para livrar a província da Bahia da vilã vilania do Brigadeiro Madeira de Melo e seus patrícios.

  

Ficha Técnica

 

Elenco: Poliana Nunes, Ricardo Andrade, Tom Conceição, e Yoshi Aguiar.

Músico: Tomaz Mota

Encenação: Frank Magalhães

Direção Musical: Tomaz Mota

Dramaturgia: Francisco André

Assistente de Direção:  Georgenes Isaac

Cenografia: Yoshi Aguiar

Indumentária: Grupo Finos Trapos

Iluminação e Operação de Luz: Georgenes Isaac

Operador de Som: Tomaz Mota

Coordenação de Produção: Thiago Carvalho

Produção: Finos Trapos Produções e Artísticas LTDA

Realização: 

 

Prezados(a),

Conforme o cronograma, divulgamos abaixo a lista com os selecionados para a Oficina "O Espaço Como Dispositivo de Criação Dramatúrgica'. Há ainda uma lista com a relação de suplentes e estes substituirão os que não comparecerem.

O primeiro encontro do curso, está agendado para amanhã, dia 02/05/2016, às 18 horas na Biblioteca Pública do Estado da Bahia.

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Fina Agenda Resumida

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